Terço médio da face: limites, regiões e avaliação
O terço médio da face vai da glabela, entre as sobrancelhas, até a base do nariz (subnasal). Ele inclui olhos e pálpebras inferiores, a região malar e zigomática, o nariz e a parte superior do sulco nasogeniano.
É no terço médio que muitas mudanças do envelhecimento aparecem primeiro: perda de volume dos compartimentos de gordura, reabsorção óssea e enfraquecimento dos ligamentos de sustentação. O resultado costuma ser goteira lacrimal mais marcada, achatamento do malar e sulco nasogeniano mais profundo, queixas que o paciente muitas vezes descreve como cansaço.
Como o terço médio entra na avaliação?
Na análise por terços, compara-se a altura do terço médio com a dos outros dois. Mas a avaliação vai além da proporção vertical: observa-se a projeção do malar de frente e de perfil, a transição entre pálpebra e bochecha e a relação com o nariz. Um ponto importante é tratar a causa: o sulco nasogeniano, por exemplo, pode ser consequência da perda de suporte acima dele.
Quais os cuidados?
O terço médio reúne regiões de alto risco vascular, como o nariz, a goteira lacrimal e o sulco nasogeniano, onde o uso de ácido hialurônico pede conhecimento anatômico detalhado e hialuronidase disponível. Indicação, produto e volume são definidos pelo profissional habilitado, após avaliação.
No Harmy
Na marcação, o terço médio aparece nos pontos Olheira, Malar e Sulco Nasogeniano.
Também chamado de: terço médio facial, midface.
Perguntas frequentes
Por que tratar o malar pode mudar o sulco nasogeniano?
Porque a perda de sustentação do terço médio contribui para o aprofundamento do sulco. Repor suporte na região malar, quando indicado, pode suavizar o sulco de forma indireta.